Autor: Gato (um (im)perfeito (des)conhecido)
Eu amo-te! Fico grato e feliz por me teres acolhido como se eu fosse teu irmão. E, de fato, somos. És o primeiro a quem ligo se alguma coisa não está bem e, embora, por vezes, não consiga dizer-te tudo o que queria por não querer chorar ou por não querer parecer fraco e vulnerável, só porque te sinto do outro lado da linha me fazes sentir acarinhado e protegido. Quando preciso de um abraço, penso logo em ti. Não sei explicar porquê, mas o teu abraço penetra bem fundo no meu coração e a minha realidade, mascarada o mais que consigo perante os outros, quer emergir e quebrar as barreiras que me separam e cercam de todo e qualquer alguém. Eu sei que algum dia, algum breve dia, o teu abraço me fará soltar lágrimas e mostrar o meu magoado eu. E estreitará mais ainda a nossa intimidade. Amo-te, mano!

