2014/04/10

Empolgado com a ideia do salto de paraquedas, que farei daqui a poucas semanas, lembrei-me da história do "pequeno" cagarro que um dia aterrou no meu quintal.
No seu primeiro voo terá ficado ofuscado com as luzes dos carros. Despistou-se. Quando descobri que tinha uma enorme ave marinha, ainda de penugem, a definhar na soleira da porta, ganhei coragem e, como ditam as normas, peguei nela com uma toalha e fui lançá-la no cais do Porto Pim. No pequeno porto, falhámos o primeiro lançamento, mas nem eu nem o jovem cagarro desistimos. Tentamos de novo e finalmente ele voou. E como era hábito todas as noites ouvir o choro dos cagarros no terraço do quintal, certamente terei ouvido, em muitas dessas noites, um choro de agradecimento por essa oportunidade.

16 comentários:

  1. Ohw! Que fofinho *.*
    Mas espera, falharam o primeiro como? Atiraste-a contra o cais? xD

    Beijinho

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    1. Caiu à água lol
      Mas à segunda pegou :)
      kisses

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  2. Será, certamente, uma experiência incomparável... ;)

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    1. As duas (a da ilha e a da planície :)
      bjs

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  3. E vais vibrar sem dúvida com a experiência, espero que corra tudo bem...

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  4. estás poeta ;D

    Muito bom mesmo

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    1. XD
      É apenasa história do cagarro que marcou a minha vida :)
      abc

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  5. Eu não tinha a tua coragem...

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  6. Eu sei que não :)
    Mas olha que eu com repteis tb não o faria.
    abc

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  7. Um "cagarro" com sorte. Um dia vi um pardal novo, caído junto à parede de casa e quando ia a apanhá-lo para o pôr em cima do telhado, com a pressa para não o deixar fugir, desequilibrei-me e esmaguei o desgraçado... :\

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    1. Era mais dificil esmagar o cagarro :)

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  8. Que história bonita, sobretudo quando dizes que escutavas os cagarros, e possivelmente 'o teu' também. Já quanto a saltar de paraquedas... cagarrava-me todo, lol.

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    1. São belas memórias açorianas :)
      Se sobreviver conto por aqui como foi :)

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