Andava à procura de um anúncio de chocolates, dos anos 80, no qual se "tocava" uma música com máquina de escrever, e encontrei este anúncio sobre chocolates romenos.
Nem sou apreciador de chocolate, mas gostaria de fazer uma visita guiada à fábrica...
2011/07/14
2011/07/12
Porque se torna evidente que, mais dia menos dia, conto à minha irmã que sou gay, dei comigo a pensar que, se lhe-o tivesse contado durante a adolescência, talvez, entre outras coisas, tivéssemos falado de gajos e depilação.
Suposições, ao som de You are my sister (Antony and the Johnsons).
2011/07/09
Deste Ella Fitzgerald e Gal Costa, são muitas as magníficas versões deste hino de Tom Jobim, mas tenho uma paixão especial por esta dos Couple Coffee que aqui posto com dedicatória especial para o meu Dindi.
Quem quiser ainda vai a tempo de vê-los e ouvi-los hoje no Teatro S. Luís, em Lisboa.
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On the radio
2011/07/08
"Pois se a natureza do amor é unir, como pode ser efeito do amor o apartar?"
Palavras de Padre António Vieira, ao som de Love (John Lennon).
2011/07/07
O projecto #EuSouGay, referido no post anterior, já tem iniciativa correspondente em Portugal, e dá-se pelo nome de Isto Diz-me Respeito.
Fico à espera do resultado final.
2011/07/06
2011/07/05
Hoje ouvi mais esta barbaridade da boca de uma das minhas colegas desesperadas:
"... azul para meninos, rosa para meninas e roxo para aqueles que têm problemas de personalidade... os que não sabem se são rapazes ou raparigas".
Admito que as alentejanas começam a tirar-me do sério.
Código de cores, ao som de Girls and boys (Blur).
É considerada uma das revelações deste ano e estreia-se amanhã em Portugal, no Optimus Alive. Fica aqui em escuta.
Desire | Anna Calvi | Anna Calvi, 2011
Desire | Anna Calvi | Anna Calvi, 2011
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On the radio
Um amigo meu que foi pai há menos de um mês, falava-me do garoto com grande entusiasmo, e rematou a conversa dizendo que o rapaz tinha “uns grandes tomates”…
De facto, os homens, quando vão ser pais querem um rapaz, presumo eu, por razões machistas: para jogar à bola, ir ao futebol, ter muitas namoradas, perpetuar o nome do pai… ser tão homens como eles!
Quando fui pai, adorei que tivesse sido de uma menina, até porque nunca gostei de jogar à bola, nunca me sentei ao lado do meu pai a ver futebol na TV (só aprendi a gostar de futebol muito mais tarde), não tive muitas namoradas e curiosamente já tinha decidido que queria dar aos meus filhos o sobrenome da minha mãe (por ser o que sempre usei). Em suma, do ponto de vista de qualquer homem eu devo ser uma espécie de anti-esteriótipo de filho.
Mas porque os tempos mudam e a ciência o permite – e alguém tem que dar o exemplo – Ricky Martin, alugou uma barriga, foi pai de dois rapazes, e depois disso assumiu ser gay. Já agora, teria sido curioso saber se ele preferia meninas ou se tem preferência por rapazes e, neste último caso, quais as razões: Quererá ele que os filhos sejam tão gays como ele e que tenham muitos namorados? Também falará aos amigos dos “tomates” dos garotos? Ambicionará leva-los a paradas gays?...
2011/07/01
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