2012/08/14

Helen Gurley Brown, morreu ontem, com 90 anos.
Ex-editora da Cosmopolitan, nos anos 60 escreveu o livro "Sexo e a rapariga solteira", e ficou célebre pela frase “as boas raparigas vão para o céu, as más vão para todo o lado”.
Como li algures por aí, está-se mesmo a ver para onde ela terá ido :-)


Ao som de Alibi (Xana), do álbum "As meninas boas vão para o céu, as más para toda a parte".

2012/08/13

Ouvi dizer que: "As melhores coisas da nossa vida acontecem quando estamos offline".
Ao som de Ouvi dizer (Ornatos violeta).

*Concordo. Não desfazendo nos momentos divertidíssimos que o A. me tem proporcionado no msn :p

2012/08/12

"Cada panela tem seu testo."
Dito (que podia ser) gay.

2012/08/11

Se é para ter azar no amor, que ao menos ganhasse o euromilhões; mas com o azar que tenho ao jogo, era suposto ser feliz no amor.
Ao som de Shell games (Bright eyes).

O K. já cumpriu a sua missão no desafio the book of distance ao escrever a história da letra S (só).
Os participantes têm sido escolhidos a dedo, e desta vez não foi excepção. Os amigos João & Luís, da Index, são os eleitos para escrever a história da letra T.
Em dose dupla, desejo-lhes as boas-vindas ao mundo da distância :-)
Vamos ficar a aguardar novidades e, naturalmente, a seguir o seu blogue, para saber o que eles nos contarão.

2012/08/10

Raveonettes.
"Observator" é o novo album da dupla formado por Sune Rose Wagner e Sharin Foo. "She Owns the Streets" é o primeiro single, e dá mesmo vontade de dançar. Adorei.

2012/08/09

Já fui...
... à Ilha do Pessegueiro


Hoje é dia de ir.
Afinal temos um país rico em ilhas e, este fim-de-semana, à passagem por esta ilha eternizada no poema de Carlos T, a minha dirty mind ligou-se a veio-me à memória uma não menos célebre expressão: "esgalhar o pessegueiro". Só boas sugestões para o fim-de-semana. :-)
Pérolas da toponímia, ao som de Conquistador (Da Vinci).

2012/08/08

Disseram-me que, depois de uma relação acabar aquelas duas pessoas não voltariam a ter uma grande proximidade; que até seria normal que voltassem a falar, mas apenas na perspectiva de “saber da pessoa”.
"Saber da pessoa" começa por ser uma expressão que me soa estranha. Pessoalmente não vejo qual o interesse de “saber de alguém”, se o ponto de partida for sempre e apenas esse, e em particular se com essa alguém existiu uma grande proximidade que por alguma razão se viu gorada.
Quando conheço alguém também não faço nenhuma espécie de triagem de Manchester, catalogando os novos conhecidos entre pessoas com quem pretendo ter um relacionamento próximo e pessoas das quais apenas vou querer “saber da pessoa”. Da mesma forma, quando me reaproximo de alguém, ou deixo que se tentem reaproximar de mim, faço-o de forma consciente e de coração aberto.
Perante isto, ando com a sensação que vejo o “mundo” de forma diferente de muitas pessoas à minha volta, e fico na dúvida se estou a olhar ou a ver, mas o mundo continua a parecer-me a atirar para o redondo.
Às avessas, ao som de O mundo ao contrário (Xutos e pontapés).

2012/08/07

Chamem-lhe espírito olímpico.
Eu tenho o M. Phelps e o U. Bolt no topo da lista dos atletas que mais admiro. Por isso não resisti a estas imagens do Phelps com a Bar Rafaeli, que nos últimos dias têm dado que falar, embora o registo já tenha sido feito há uns meses para a Sportsillustrated.
E embora eu quisesse muito um nadador olímpico, julgo que, perante o cenário, até aceitava o pack :-)



2012/08/06

Ouvi dizer que: "Hoje em dia qualquer sitio é gay-friendly".
O Mundo arco-íris, o som de Ouvi dizer (Ornatos violeta).