2015/01/10

Eles (os armários) andem aí...



Roubado daqui.

2015/01/06

Ouvi dizer que: "o que mais custa é não haver um momento de despedida...".
Roubado de Life of Pi, ao som de Goodbye (Depeche Mode).

2015/01/05

LAURA MARLING
Foi anunciado para março o lançamento do 5.º álbum da cantora britânica (algo notável aos 24 anos), e já se conhece o vídeo da faixa título Short Movie.
Julgo que não me apaixonava por um vídeo e respetiva música, à primeira vista, desde Somebody That I used to know.

Boa música e boa semana :)

2015/01/04

"Quem vai para a cama sem ceia, toda a noite rabeia."
Dito (que podia ser) gay.

2015/01/02

Uma das minhas experiências mais interessantes de 2014 foi a iniciação ao Couchsurfing.
Depois de uma roadtrip de verão - e em parte devido aos incentivos dos Dois Coelhos - percebi que seria enriquecedor se, em viagem, fosse conhecendo pessoas que me mostrassem as suas cidades.
Posto isto, decidi iniciar a minha atividade como couchsurfer (começando pelo princípio, o couch), disponibilizando o meu sofá a viajantes. Feito o registo, comecei a receber pedidos, e - com todas as cautelas que estas experiências requerem - nos meses que se seguiram hospedei 1 italiano, 1 espanhol, 2 belgas e 3 franceses. Como a minha casa é muito pequena, estabeleci que só hospedaria uma pessoa de cada vez, apenas rapazes e, preferencialmente, só por 1 ou 2 noites, pelo que tive que declinar mais de 90% dos pedidos recebidos. Mas como não há regra sem exceção, acabei por receber 1 espanhol durante 3 noites e 2 franceses de uma só vez (e um deles era tão giro, que fiquei sem saber o nome do outro). Sim, porque nestas coisas também se pode lavar as vistas (e tanto que haveria por contar de um belga escultural que, durante 2 dias, se passeou lá por casa em tronco nu).
A experiência foi fantástica, acima de tudo pelas pessoas que conheci e pelas histórias das viagens de cada um. Com aqueles que ficaram por mais do que 1 noite, foi possível ter uma cumplicidade maior e conversas deveras interessantes. A língua nunca foi barreira, até porque alguns falavam português razoalmente bem ou vinham com vontade de aprender (dizem que o português está na moda), e para os restantes bastava o inglês.
Mas se procuramos uma experiência verdadeiramente enriquecedora, temos que receber apaixonadamente: acolher de braços abertos, fazer de cicerone pela cidade, convidar para jantar, sair para beber um copo... E geralmente são pessoas que estão em modo roadtrip mas que vêm à descoberta, pelo que acolhem muito bem todas as nossas sugestões e mudam as suas rotas de viagem para segui-las.
Apesar de cozinhar não ser a minha vocação, há 2 ou 3 coisas simples que fazem um brilharete quando convido amigos, e mais ainda para quem gosta de experimentar pratos regionais, e é raro aquele que não tire a foto da praxe, para o facebook ou para mais tarde recordar :) Aqueles que ficaram por mais do que uma noite também retribuiram cozinhando, e todos me presentearam com algo: o mesmo belga que se passeava em tronco nu fez um delicioso prato vegetariano; o espanhol fez tapas; o italiano trouxe-me pastéis de Salamanca; uns franceses e um belga ofereceram-me cerveja (francesa e belga, naturalmente); um outro fracês trouxe-me uma garrafa de licor para o jantar :)
Acabei por descobri uma mão cheia de europeus, que são uma espécie de "coelhos" que já viajaram por meio mundo; gente que perdeu a conta ao n.º de países que conhece e que não concebem a ideia de viajar sem ter esta experiência verdadeiramente fascinante. Grande parte das conversas que tive com cada um deles foi sobre Portugal (as minhas sugestões para as suas viagens que continuavam) e sobre os locais que eles já tinham visitado. A par disso vi muitas fotos das suas viagens, no meio de muitas outras partilhas culturais.
Para este novo ano, desejando continuar a receber pessoas da forma seletiva que já aconteceu, espero iniciar a segunda parte do plano: o surfing.
Talvez seja esta uma nova forma de conhecer o Mundo e quem o habita.
Admirável Mundo novo, ao som de This World (Selah Sue)

2014/12/30

JASON BARROWS
Porque é início de semana e o final do ano está por dias, deixo-vos como sugestão o músico (e a música) que provavelmente mais gostei de descobrir este ano.
No "mundo dos rótulos" o som deste músico de Indianopolis aparece etiquetado como Indie Bedroom Pop, seja lá o que for exatamente.
License to kill é daquelas músicas que já ouvi em repeat vezes sem conta, mas gosto especialmente da versão de estúdio (que podem escutar aqui). Em modo de vídeo existe disponível apenas uma versão acústica que Barrows diz ter sido gravada num sótão assustador de um quartel de bombeiros (crua demais, na minha opinião).
Os interessados podem fazer o download gratuito, e legal, do álbum Islands of My Soul.

Bom resto de ano e boa música :)

2014/12/28

"Boas entradas."
Expressão (que podia ser) gay.
*Com os votos de um bom ano novo

2014/12/27

Com algumas intermitências, este ano foi dedicado ao running.
Há pouco mais de um ano deixei o ginásio e comecei a correr com uma amiga, tendo se juntado a nós mais 2 ou 3 amigos/colegas, com os quais corremos regularmente durante a semana. Entretanto tentei fazer o grupo dos amigos do "clube" (que não vingou), e, aos fins-de-semana, participámos em algumas provas/corridas.
Assim, este ano passou-se, entre uma The Color Run, a Corrida da Liberdade, algumas Secret Run, a Légua Noturna em Odivelas, a Rapidinha em Cascais, o GP da Base Naval (as fardas de marinheiro podem sempre dar outro alento :) e ainda pondero a possibilidade de ir correr a S. Silvestre dos Olivais (a pré-inscrição está feita, mas o frio não ajuda muito).
Para o próximo ano já gizei novos desafios, tendo como mote correr com alguém mais "exigente". Já me inscrevi na Meia-maratona de Lisboa (distância que ja queria ter corrido este ano), que será concretizada na companhia de um novo parceiro de corridas que me tem motivado bastante. Na primeira semana de janeiro vou juntar-me ao "grupo das quartas" (um daqueles grupos que existem um pouco por todo o lado, juntando conhecidos e desconhecidos para correr à noite), e nas semanas seguintes deverei fazer a Corrida dos Reis (uma estafeta a 3), na Alta de Lisboa, ou a Corrida Marista Lisboa, em Monsanto.
É porque agora estou de férias, e os dias têm estado frios mas com Sol, tenho aproveitado para correr junto à praia :)

(Sol da Caparica, ontem)

I think I'd better run..., ao som de run, run run (Phoenix).

2014/12/24

Rapazes dos perfumes.
Marlon Teixeira é o novo rapaz do 212 Vip Men da CH.
A música do anúncio dizia que not on the guest list, mas cá em casa há sempre lugar para convidados de Natal, mesmo que de última hora :)

Uma boa noite de Natal para todos :)
Ao som de That's Christmas to me (Pentatonix).

2014/12/23

O tempo passa mas eu espero por ti.
Esta frase, atribuída a Lao Tsé, acompanha-me há cerca de 20 anos, mas julgo que até hoje não entendi a essência do seu sentido, ou daquela "espera".
Já esperei "pacientemente" quando achava que o devia fazer, mas quem era suposto também esperar, não o fez. E o tempo passou. Quando voltou a haver razão de espera, fi-lo, dentro do humanamente razoável, e, mais uma vez, longa demais ela se tornou. Percebi então, que, afinal, com o passar do tempo deixamos de esperar com a mesma intensidade, e acabamos por pôr termo à "espera".
E nunca o imaginei antes, mas talvez a espera possa ser apenas de uns parcos 15 dias - que poderão parecer uma meia-maratona - afinal, a verdade é que passaram dois milénios e meio desde Lao Tsé, e, como diz outro aforismo sobre "tempo", terão certamente mudado as vontades.
Mas talvez seja só uma metáfora, sobre a espera do (ou de um) desconhecido.
Seja o que for,  desde que não passe todo: O tempo passa mas eu espero por ti.